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Saúde
Secretaria de Saúde reforça orientações sobre doenças infecciosas no Carnaval
PUBLICADO POR: REDAçãO 3 | PORTALOZK.COM - 16/02/2026 - 11:31

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) alerta para os riscos de infecções durante o Carnaval. Nesse período, a exposição ao contágio e? maior por causa do contato próximo e exige cuidados redobrados pelos foliões, segundo informa o subsecretário de Vigilância em Saúde e infectologista, Rodrigo Carneiro. As doenças podem ser divididas em dois grupos principais.

‌O primeiro inclui aquelas transmitidas por via respiratória, principalmente através de gotículas e aerossóis, como gripes, Covid-19, citomegalovirose e mononucleose, também conhecida como "doença do beijo". A incidência dessas doenças tende a aumentar durante o Carnaval devido ao contato próximo. Além disso, o vírus da herpes também pode ser transmitido por contato, com aumento da ocorrência nesse período.

‌O segundo grupo engloba as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), que se propagam através do comportamento de risco, sem o uso de preservativos. As principais ISTs incluem sífilis, que apresenta alta prevalência, HIV, hepatite B, hepatite C, herpes, gonorreia e clamídia. A prevenção dessas infecções é feita, principalmente, através do uso de preservativos.

“Algumas dessas doenças possuem vacinas, como a hepatite B e o HPV. Outras, embora não tenham vacina, podem ser prevenidas com medicamentos, como a infecção pelo HIV, através da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP). Contudo, a recomendação mais importante continua sendo o uso de preservativos para evitar a exposição a qualquer IST”, explica Rodrigo Carneiro.

ASSISTÊNCIA NA REGIÃO

Caso a exposição seja inevitável, é importante buscar assistência médica especializada imediatamente. E, em Campos, a referência para esse atendimento é o Centro de Doenças Infecto-Parasitárias (CDIP) que oferece atendimento em horário comercial. Caso não seja possível procurar o CDIP, recomenda-se buscar a rede de urgência e emergência, onde há profissionais capacitados disponíveis.

‌“As Unidades Pré-hospitalares (UPHs) são os locais de referência para esses casos. Já o Hospital Ferreira Machado para casos de violência sexual. Após o atendimento inicial com medicamentos para reduzir o risco de transmissão, os pacientes são acompanhados no CDIP”, completou Carneiro.  

 


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