O Hospital São José, referência em Emergência Branca no município de Campos, utiliza o Protocolo de Manchester como ferramenta de classificação de risco no atendimento. Desta forma, garante que cada paciente seja atendido conforme a gravidade do seu quadro clínico, e não por ordem de chegada.
O sistema de atendimento da unidade é informatizado, que classifica os pacientes e determina o nível de prioridade desde o primeiro contato com os profissionais. No São José, o protocolo é aplicado em quatro níveis:
Vermelho (Emergencial) - Parada cardiorrespiratória, convulsão, hemorragias graves;
Laranja (Muito urgente) - Dores intensas, arritmias sem instabilidade, cefaleias intensas;
Amarelo (Urgente) - Desmaios, crises de pânico, dores moderadas, alterações vitais;
Verde (Pouco urgente) - Dores leves, febres, resfriados, vômitos controlados.
diretora de Enfermagem do HSJ, Bárbara Guimarães, destacou que a melhor definição do fluxo facilita o atendimento.
“O protocolo permite mais agilidade, rastreabilidade e segurança em todo o processo assistencial. Nossa equipe é constantemente treinada e capacitada para avaliar e classificar os pacientes de acordo com suas necessidades”, explicou Bárbara.
Os pacientes classificados como verde e amarelo são direcionados para duas salas de espera distintas, o que organiza melhor o fluxo de atendimento e proporciona mais conforto e segurança durante a espera.
Já os pacientes classificados como laranja e vermelho, que apresentam maior gravidade, são encaminhados imediatamente para a área de estabilização, que conta com seis leitos equipados para atendimento de urgência e emergência.
Simone Serafim, diretora Clínica do São José, enfatizou que a classificação de risco é peça chave na organização do hospital.
“O Protocolo de Manchester nos permite otimizar o fluxo de atendimento, garantindo que os pacientes mais críticos sejam atendidos rapidamente e com a qualidade que merecem. Estamos comprometidos em oferecer um atendimento humanizado e eficiente”, acrescentou Simone.
Para Dante Pinto Lucas, superintendente do São José, o protocolo é crucial para o bom funcionamento da unidade. “Esse fluxo garante mais agilidade, segurança e qualidade no atendimento, priorizando sempre os pacientes mais graves”, salientou Dante.
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