A Justiça de São Paulo concedeu uma liminar a um dos filhos de Fernando Henrique Cardoso, de 94 anos, nesta quarta-feira (15), para interditar o ex-presidente. O caso tramita em segredo de justiça.
Na prática, FHC foi considerado incapaz de tomar certas decisões por conta própria. Segundo o processo, o filho Paulo Henrique Cardoso ficará como curador provisório do ex-presidente. Ele já cuidava de assuntos financeiros e cotidianos por decisão do próprio pai. A 2ª Vara da Família e Sucessões proferiu a determinação.
A medida contou com o apoio das filhas de FHC, Luciana e Beatriz. O pedido de interdição ocorreu em razão do agravamento do estado de saúde de Fernando Henrique, que possui um quadro avançado de Alzheimer.
A desembargadora Ana Lúcia Goldman, que assinou a liminar, deu 15 dias para que a companheira de FHC, Patrícia Kundrát, com quem ele vive em união estável desde 2024, dê o aval. O filho do ex-presidente é representado no processo pelos advogados Caetano Berenguer, Fabiano Robalinho e Henrique Ávila, do Bermudes Advogados.
Fernando Henrique Cardoso, que também é membro da Academia Brasileira de Letras, governou o Brasil de 1995 a 2003, após ganhar destaque com o sucesso do Plano Real.
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