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Chefe da maior milícia do Rio, Ecko morre após ser baleado e preso pela Polícia Civil
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Leonardo Ferreira / Portalozk.com 12 de junho de 2021 às 11h28
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Morreu na manhã deste sábado (12), Wellington da Silva Braga, o Ecko, um dos maiores milicianos do Rio de Janeiro, durante uma operação da Polícia Civil no bairro de Paciência, na Zona Oeste do Rio. Ele chegou a ser socorrido de helicóptero e levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon, ainda com vida, mas não resistiu aos feridos e morreu.

Ele foi baleado pelo menos duas vezes pouco abaixo do peito durante o cerco da Polícia Civil. A operação, batizada de Dia dos Namorados, é parte da Força-Tarefa de Combate às Milícias, criada em outubro de 2020, com o objetivo de asfixiar o braço financeiro das organizações criminosas.

Ecko liderava a maior milícia do Rio de Janeiro, que atua na Zona Oeste e regiões da Baixada Fluminense. Ele foi encontrado na casa de parentes na comunidade das Três Pontes, em Paciência, Zona Oeste do Rio.

Nas redes sociais, o secretário de Polícia Civil, Allan Turnowski, agradeceu ao governador do Rio Cláudio Castro pela confiança para que a operação fosse realizada. "Missão dada pelo senhor e cumprida pela SEPOL", escreveu ele. 

A ação deste sábado foi coordenada pelo Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), com apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), da Delegacia de Defesa de Serviços Delegados (DDSD), da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte), da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) e do Serviço Aeropolicial (SAER).

A milícia de Ecko
Wellington da Silva Braga teria assumido a liderança em algumas comunidades da Zona Oeste após as prisões de Pedro Paulo Silva de Oliveira, o Neném, e André Costa Barros, conhecido como Boto, que também são da milícia conhecida como Bonde do Ecko, a antiga Liga da Justiça.

Segundo investigações, Wellington foi quem coordenou a invasão de milicianos na comunidade Santa Maria, na Taquara, em abril deste ano. A milícia de Ecko também começou a agir na Gardênia Azul em janeiro. Os soldados do paramilitar mais procurado do Rio invadiram a comunidade, após uma briga com o antigo comparsa Danilo Dias Lima, o Tandera.

A região, que estava sendo controlada por Edmilson Gomes Menezes, conhecido como Macaquinho, que é comparsa de Tandera, foi invadida pelos aliados do Ecko, que tinham o objetivo de dominar os territórios controlados pelos novos inimigos.

Os agentes da Draco apuram a informação de que mais de 40 milicianos armados circulam pela comunidade constantemente. Segundo a polícia, vestidos com roupas escuras, colete a prova de balas, touca ninja e portando fuzis, os paramilitares monitoram a movimentação na Gardênia. *Com informações do Jornal O Dia

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