A secretária de Educação, Ciência e Tecnologia, Tânia Alberto, realizou reunião, nesta terça-feira (10), com o delegado da Polícia Federal, Paulo Cassiano Junior, onde firmou parceria para a realização do Projeto de Prevenção Guardiões da Infância, na rede municipal de ensino. O encontro aconteceu na sede da Seduct, com participação da subsecretária de Gestão Operacional, Catia Mello, e da diretora regional de Educação, Rita Abreu.
Trata-se de uma iniciativa da Coordenação de Repressão aos Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil, da Polícia Federal, voltada à conscientização e à proteção de crianças e adolescentes contra crimes de violência sexual praticados no ambiente digital.
“O propósito é implementarmos, no âmbito da Secretaria, esse projeto da Polícia Federal que visa à prevenção ao abuso sexual infantil e juvenil. A ideia é apresentar ao público da Secretaria, sejam diretores, professores e os educadores de maneira geral, e também para as crianças e adolescentes que integram a Rede Municipal de Ensino, o conteúdo do projeto, que tem por objetivo levar conhecimento capaz de proporcionar uma perspectiva de prevenção à prática dos diversos tipos de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes. Uma das ações será a realização de palestras nas unidades escolares, conforme a demanda que a Secretaria nos apresentar”, adiantou o delegado.
Segundo Tânia, o objetivo é fortalecer os fatores de proteção e reduzir as vulnerabilidades relacionadas ao abuso sexual infantojuvenil, por meio de ações educativas.
“Para nós da Educação, esse projeto é muito importante, porque, além de estarmos aderindo à campanha Educação Digital é pra já!, de iniciativa do Ministério Público, também temos outras ações da Secretaria de Educação que mostram nossa preocupação não só com o ambiente físico, mas também com o ambiente digital e virtual, frequentado por nossos meninos e meninas. E o doutor Cassiano vem somar com mais essa parceria, trazendo mais um projeto voltado à proteção aos nossos meninos e meninas. Faremos um amplo trabalho de debate e de conscientização voltado para os nossos profissionais da educação, momentos de discussão com nossos diretores de escolas e creches, ações com nossos professores, ajudando-os a observar e identificar mudanças de comportamento nos alunos e outros sinais que nem sempre são claros para nós da educação, mas são muito claros para quem trabalha com esta defesa”, adiantou Tânia.
Segundo Tânia, inicialmente, serão priorizadas 39 escolas que trabalham com alunos adolescentes, totalizando cerca de 8.600 alunos. “Mas a gente quer ir além desse grupo. Desejamos estender essa ação para outros níveis de escolaridade, pois se trata de um trabalho educativo e preventivo, devendo alcançar todas as faixas etárias”, completou Tânia.
Rita acrescentou que serão contemplados estudantes do 6º ao 9º ano nessas 39 unidades escolares. “Além das palestras, diretores e professores também terão a oportunidade de mostrar a realidade nas suas unidades escolares. Em breve daremos mais detalhes”, declarou Rita.
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