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Grávida que morreu por suspeita de efeito colateral da vacina contra Covid-19 era promotora de justiça e já atuou em São João da Barra
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Leonardo Ferreira / Portalozk.com 11 de maio de 2021 às 19h44
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Atualizado em 12 de maio de 2021 às 11h01

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou em nota nesta terça-feira (11) que a recomendação para suspender a aplicação da vacina AstraZeneca contra Covid-19 em grávidas foi feita pelo órgão após a notificação da morte suspeita de uma gestante de 35 anos. Essa gestante foi identificada pelo Portalozk.com como Thais Possati de Souza, Promotora de Justiça Criminal de Araruama, mas que já atuou nas comarcas de São João da Barra e Paraty.

Em nota, a Anvisa comentou o caso. "Foi notificada à Anvisa, na última sexta (07 de maio de 2021), pelo próprio fabricante da vacina Oxford/AstraZeneca/Fiocruz, a Fiocruz, a suspeita de evento adverso grave de acidente vascular cerebral hemorrágico com plaquetopenia ocorrido em gestante e óbito fetal".

A gestante morreu em 10 de maio e o caso ainda é investigado. Segundo a Anvisa, o "evento adverso grave de acidente vascular cerebral hemorrágico foi avaliado como possivelmente relacionado ao uso da vacina administrada na gestante".

Nesta tarde, o Ministério da Saúde anunciou que a vacinação de grávidas no Brasil será restrita somente às mulheres com comorbidades e elas devem receber somente as vacinas CoronaVac e Pfizer. A determinação vale até que sejam concluídas as análises do caso raro que pode ter ligação com o uso da AstraZeneca.

Sobre o óbito da promotora de justiça, a Associação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro emitiu nota de pesar. "A Amperj manifesta solidariedade à família, amigos e colegas de Thais, e expressa sua gratidão à promotora por toda a dedicação ao MPRJ". *Com informações do Portalozk.com , G1, AMPERJ e Ministério da Saúde.

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