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Witzel diz: 'Não sou ladrão. Não deixarei que corruptos e ladrões estejam no meu governo. Vamos vencer a guerra'
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Thamiris Moreira / Portalozk.com 15 de julho de 2020 às 14h52
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O governador do Rio, Wilson Witzel, voltou a se defender nesta quarta-feira, dia 15, das investigações sobre o seu envolvimento no esquema de irregularidades na Secretaria do Estado de Saúde (SES) durante a pandemia do coronavírus. Em vídeo e postagens em seu perfil oficial no Twitter, Witzel disse que "não era ladrão" e que trava uma "guerra contra a corrupção no estado". Desde que o ex-secratário de saúde Edmar Santos acertou uma delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR), para apresentar provas contra o governador, ele tem se negado o envolvimento.

"Eu quero dizer ao povo do Estado do Rio de Janeiro. Fui juiz federal por 17 anos. Na minha carreira, tive uma vida ilibada. Fui considerado linha dura. Me elegi governador do Estado do Rio de Janeiro. Todas essas acusações levianas que estão sendo feitas contra mim é por parte de gente que não quer um juiz governando o estado do Rio de Janeiro. Não sou ladrão. Não deixarei que corruptos e ladrões estejam no meu governo. Eu peço ao povo do que acredite, porque nós vamos vencer essa guerra contra a corrupção", disse no vídeo.

Na mesma postagem, Witzel afirma que "é preparado para guerra" e que "não compactua com qualquer desvio de conduta".

"Sou preparado para guerra, seja no campo de batalha ou nos tribunais. Eu governo o RJ com ética e transparência para fazer o melhor pela população fluminense e não compactuo com qualquer desvio de conduta", escreveu.

O governador disse, ainda, que "está incomodando muito gente" e que estas mesmas pessoas "não querem um ex-juiz no governando o estado". Em nenhum momento, Witzel cita o nomes.

"Continuaremos combatendo a corrupção. Fui um juiz linha dura e isso, infelizmente, está incomodando muita gente ligada ao crime organizado e às máfias que atuam no estado. Por que será que alguns não querem um ex-juiz governando o Estado?", indagou na rede social.

Quebra de sigilo de documentos
Nesta manhã, o governo divulgou uma nota onde cita que, desde que surgiram as primeiras denúncias de possíveis irregularidades nas compras emergenciais e contratos firmados pela SES, Witzel "determinou a imediata quebra de sigilo desses documentos e abriu sindicância para apurar o autor do pedido de sigilo". Na mesma nota, o governo ainda afirma que "o papel da imprensa é mesmo o de fiscalizar" o que acontece com recursos públicos.

"Witzel reitera também que, nesse sentido, sua administração foi pioneira ao adotar, no Rio de Janeiro, o SEI (Sistema Eletrônico de Informações), onde são lançados todos os contratos e pagamentos do governo do Estado do Rio de Janeiro. Witzel tem ainda a convicção de que o papel da imprensa é mesmo o de fiscalizar e acompanhar tudo o que está sendo feito com recursos públicos", diz a nota. *Extra

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