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São João da Barra/RJ, 22 de Junho de 2017
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Cidades
17 de Junho de 2017 ?s 15h06
Defesa Civil realiza trabalho emergencial de contenção do mar de Atafona, em São João da Barra
Ação teve início na sexta-feira (16), sendo utilizados 800 sacos de areia
Postado por: Leonardo Ferreira
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Na tentativa de minimizar os impactos do avanço do mar em Atafona, a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil de São João da Barra iniciou na sexta-feira, 16, com apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Públicos, o serviço de contenção provisória, utilizando sacos de área. A ação foi realizada em um trecho de aproximadamente 60 metros nas imediações da Rua Minervina da Silva Pereira, onde o fenômeno vem acontecendo com maior intensidade.

De acordo com o coordenador de Defesa Civil, Adriano Assis, foram utilizados 800 sacos e o trabalho envolveu 22 pessoas. "Não é uma ação definitiva e, sim, emergencial", explicou Adriano, lembrando que o ponto onde o avanço ocorre com maior intensidade possui residências, frigoríficos e outros estabelecimentos comerciais.

A próxima etapa do trabalho, segundo Adriano, deverá acontecer na outra rua situada na região do Pontal, após uma avaliação do local e definição do dia para execução, mas que deverá acontecer antes do próximo período de maré alta, previsto para ser entre 20 e 26 de junho.

"Desde o início do ano realizamos o monitoramento das marés no trecho do Pontal até o Açu. Esse trabalho, portanto, visa impedir que a rua fique alagada e com acúmulo de areia do mar, atrapalhando a rotina de moradores e atividades nos frigoríficos e demais comércios", explicou.

A prefeitura vem buscando junto às esferas estadual e federal recursos para pôr em prática o Projeto de Proteção e Restauração da Praia de Atafona, realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH). 

Também já foi protocolado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, junto ao Inea, solicitação para serviço de dragagem no trecho denominado São João, também conhecido como Ilha do Cardoso, onde o Rio Paraíba do Sul encontra-se muito assoreado e obstruído.

"Com a obstrução, ocorreu a diminuição do fluxo da água até a foz, facilitando o avanço do mar no Pontal e, consequentemente, o fenômeno de salinização da água captada pela Cedae", ressaltou o secretário de Meio Ambiente, Alex Firme, que está aguardando parecer técnico do Inea para executar a dragagem neste trecho.

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